terça-feira, 17 de maio de 2011

AS CORES


É importante para o designer gráfico, ilustrador, diagramador ou qualquer profissional que lide com a comunicação visual ter bastante conhecimento do uso das cores para se sentir seguro na sua utilização.

Cada cor tem uma associação. Mas é importante lembrar que isto varia de cultura para cultura e também com a relação de experiência que cada pessoa têm com cada cor.
Branco, por exemplo: Desejo de perfeição, de conhecimento integral, moral, pureza, integridade, castidade. Em decoração produz contraste, dá maior luminosidade aos ambientes. 


Preto: Mistério, desejos secretos, protesto, sombra, obscuridade, conflitos, mudanças de estado. Em decoração ambiental ocasiona contrastes e realça cores quentes. Propicia elegância em quantidade equilibrada. 


Cinza: Estado de alma duvidoso e neutro, medo, desânimo, negação da realidade, repressão das necessidades afetivas, convenções, formalidade, boa organização, persistência, precaução, compromisso, busca de equilíbrio, dedicação ao trabalho. Em decoração deve ser usado como detalhe para realçar outras cores. Em roupas demonstra a necessidade de formalidade, impessoalidade e formalismo. 


Marrom: Necessidade de conforto, de segurança, de concentração e aquisição de conhecimento, trabalho cotidiano monótono, realismo, materialismo e desejo de dominar. 


Vermelho: Extroversão, impulsividade, vigorosidade, vitalidade, natureza ativa, paixão, excitação, vontade, coragem, heroísmo, agressividade, gosto pelo perigo e pelo poder, ambição e materialismo. Em cromoterapia é indicado contra depressão, estimula os nervos e a circulação sanguínea. 


Laranja: Excitação, alegria, divertimento, gosto pela vida social intensa, saúde, materialismo, vida mundana, egoísmo, orgulho, obstinação, vitalidade física, atividade intelectual, ambição, pensamento, ação, entusiasmo, juventude. Em cromoterapia é indicado para fortalecer o sistema respiratório, o aparelho digestivo e o tônus sexual. Em roupas, melhora o astral.
Amarelo: Intelectualidade , criatividade, uso da mente, sabedoria, expansividade, alegria, felicidade e auto-satisfação. Em decoração possui ótima influência psicológica, propiciando luminosidade, relaxamento e alegria nos ambientes. Em cromoterapia é indicado para o sistema nervoso. Em roupas é indicado para estimular o cérebro e ativar a memoria. 


Azul: Sociabilidade, confiabilidade, integridade, bondade, constância, calma, compaixão, serenidade, sobriedade, idealismo, dignidade, honestidade, afetividade, sentimentalismo, cautela. Em decoração propicia paz, relaxamento, descanso, repouso e harmonia. Em cromoterapia é indicado para acalmar o sistema nervoso. Favorece a meditação. 


Verde: Espírito comunitário, franqueza, discrição, modéstia, paciência, adaptabilidade, versatilidade, equilíbrio, diplomacia, simpatia, frieza, desinteresse. Em decoração propicia relaxamento e reduz a tensão. Em cromoterapia contribui contra perturbações emocionais. 


Rosa: Timidez, doçura, romance, gentileza, bondade. Representa a necessidade de afeto e de segurança. Indica período de regeneração. 


Violeta: Busca de valores espirituais, mente livre de preconceitos, espiritualidade, saudade, dignidade, suntuosidade. Em cromoterapia acalma o coração e fortalece defesas. Diminui angústias e medos.


Verde azulado: Cor do ego. Reflete sofisticação, narcisismo, meticulosidade, necessidade de auto-afirmação, de equilíbrio e de afeição. Materialismo. 

Não existe uma norma para determinar a utilização da cor, porém os conceitos sensitivos transmitidos em relação a alegria, tristeza, seriedade, agitação, movimento etc. produzem uma reação que deve ser perseguida quando elaboramos um projeto qualquer. 


Cores quentes: vermelho, amarelo e laranja. Estimulam, agitam e aumentam a circulação sangüínea.
Cores frias: verde, azul e violeta. Acalmam, esfriam e tranquilizam.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

SUPERMÃES

Gosto bastante de super-heróis bem brasileiros, e essa heroína do Ziraldo é diferente de tudo que já se fez, uma heroína comum, que poderia ser a mãe de todos nós ou qualquer um de nós. 

Veja o que o Ziraldo já falou da Supermãe:
"Criei um montão de personagens, mas sou mesmo parecido é com a Supermãe, com certeza! Eu sou a verdadeira Supermãe, tenho muito dela ou ela de mim, como preferir."
Ela não é exatamente uma heroína, mas é aquela mãe zelosa e ocupada, sabe aquela mãe do tipo que nunca deixa de recomendar o guarda-chuva ao filho, mesmo que esteja sol? Ou então aquela que fala pro filho levar o agasalho, mesmo numa noite estrelada? Que tem ciúmes da namorada do filho? 

Viva todas as mães do Brasil! Você já deu um beijo na sua mãe hoje?



Ziraldo criou a personagem "Supermãe" na década de 1960. 

Mãe


Mãe é coisa de tal forma portentosa, e de tão subida força, que um pouco é preciso denegri-la, pichá-la, para poder perdê-la. O curioso e dramático, na dialética da relação mãe-filho, é que o filho, para poder ganhar-se, enquanto sujeito humano autônomo, dono do próprio nariz, precisa criar uma distância respeitável, que o separe da mãe. Isto significa que o filho, para ter a mãe, saudavelmente, necessita perdê-la. O mesmo ocorre com a figura materna, na sua relação com o filho. Ter o filho, enquanto pessoa, centrado na própria liberdade, é abrir mão dele, é consentir na sua existência, como inventor de caminhos.
Mãe e filho se perdem para ganhar-se, e se ganham perdendo-se. É esta a contradição geradora da inevitável ambivalência que caracteriza a relação de mãe e filho, nos dois sentidos. Há um luto e uma perda a elaborar, no diálogo entre ambos. Há o tempo que passa, e a nostalgia incurável que dele roreja — pois o tempo não volta nunca. Há, por fim, um progressivo e doloroso reconhecimento de imperfeições, perdas e danos: a mãe, com o tempo, se torna menor, na medida que o filho cresce, até que mãe e filho passam a ser do mesmo tamanho — ambos se tornam maiores.

terça-feira, 3 de maio de 2011

A SAGA DOS SUPER-HERÓIS

Opera Graphica lança A Saga dos Super-Heróis Brasileiros

Por Marcelo Naranjo, sobre o Press Release (04/04/05)


A Opera Graphica lançou neste mês de abril o livro A Saga dos Super-Heróis Brasileiros. 

Apesar dos super-heróis serem considerados por muitos como um subproduto literário americano, encontram a admiração de milhões de fãs ao redor do mundo, e em particular, dos brasileiros. 

Desde as primeiras publicações em terra brasilis, os autores sofreram com a resistência dos incrédulos ao tentarem adaptar tal temática à realidade brasileira.

Mesmo assim, muitas obras se destacaram das demais por apresentarem textos bem construídos e inteligentes, ou ainda, pela qualidade da arte. Verdadeiros produtos que, por um determinado período de tempo, geraram receita e cativaram um público leitor e mais, propiciaram aos seus autores a chance de "darem seu recado".
Escrito pelo editor e roteirista Roberto Guedes (o mesmo autor de Quando Surgem os Super-Heróis), o livro narra a trajetória das grandes e pequenas editoras, dos selos independentes e dos fanzines, trazendo depoimentos de vários profissionais do meio e, claro, relata particularidades de uma infinidade de personagens, como Garra Cinzenta, Velta, Judoka, Raio Negro, Capitão 7, Meteoro, entre outros. 


O garra cinzenta, este e um clássico dos quadrinhos nacionais. Muito antes da criação do primeiro super-herói brasileiro, foi criado o primeiro super-vilão digno do título. O Garra Cinzenta contava com todos os elementos necessários para um grande antagonista: mente brilhante, planos malignos mirabolantes e até mesmo uma base secreta cheia de truques. Sua face é sinistra, o rosto de uma caveira. Não fica claro, no entanto, se essa é sua verdadeira face deformada, ou apenas uma máscara. O personagem foi criado por Francisco Armond e Renato Silva, e publicado na Gazetinha no ano de 1937, de forma seriada. Também foi publicado no México, na Bélgica e na França, com grande sucesso.

Velta é a musa das histórias em quadrinhos brasileiras. Amada por seus admiradores e odiada por seus inimigos, vem combatendo o mal desde a década de 1970, quando foi criada pelo quadrinhista paraibano Emir Ribeiro, um cabra que não teve receio de abrasileirar o quanto pode a mitologia dos super-heróis que tanto admirava. Além de um forte apelo erótico, suas histórias foram, desde o princípio, ambientadas no Brasil, com a participação de personalidades nacionais e uma cenografia quase perfeita. Quase, porque o autor continua a aprimorar esse realismo nacional, pesquisando cenários e situações que melhor emoldurem a brasilidade natural da personagem.

Ao longo dos últimos 34 anos, Velta mudou bastante. Deixou de ser uma simples super-heroína decalcada dos modelos estrangeiros para assumir personalidade própria. Publicada primeiro em jornais, depois em revistas e fanzines e, finalmente, em álbuns luxuosos e até em livros, Velta construiu um grande público leitor, ansioso por mais histórias dessa inusitada detetive paraibana.


sexta-feira, 29 de abril de 2011

O PORCO E O CAVALO

Oi pessoal, 
Hoje resolvi mudar um pouco o tema de nossas postagens. Bom proveito!
Carinho,
Equipe Giornaletto
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O PORCO E O CAVALO

"Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que 
seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. 
Um mês depois o cavalo adoeceu e ele chamou o veterinário que disse: 
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias. 
No 3º dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo. 
Neste momento, o porco escutava a conversa.
No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: 
-Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!. 
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse: 
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar. 
Upa! Um, dois, três... 
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse: 
- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! 
Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai....fantástico! Corre, corre mais! 
Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!. 
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: 
- Milagre!!! O cavalo melhorou, isso merece uma festa! Vamos matar o porco!"

Pontos de Reflexão: Isso acontece com freqüência em nosso dia a dia. Ninguém percebe 
qual é aquele que realmente tem mérito pelo sucesso, ou que está dando o suporte para que 
as coisas  aconteçam. 

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: 
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic. 

"PROCURE SER UMA PESSOA DE VALOR, AO INVÉS DE UMA PESSOA DE SUCESSO!"

terça-feira, 26 de abril de 2011

30/04 - WORKSHOP SOBRE CARICATURA.

CARICATURISTA: Emerson Rocha


DATA: 30 de Abril de 2011 (Sábado)


HORA: Das 9:30hs às 13:00hs


LOCAL: Escola Giornaletto 


MATERIAL: Papel sulfite A4 branco
                      Lápis grafite
                      Caneta hidrográfica preta
                      Borracha
                      Apontador


Evento aberto para todos os alunos da escola.
Para maiores informações, entrem em contato com a escola através do telefone 2427-1790/ 2427-1791.




            

Resultado do Passatempo - Revista BEMVIVER/Abril.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Maurício Ricardo, o famoso chargista do BBB.

Maurício Ricardo Quirino (Rio de Janeiro, 24 de setembro de 1963) é um chargista, cartunista brasileiro e músico.

Foi criado em Uberlândia, em Minas Gerais. Foi baixista e jornalista. É o roteirista e desenhista do site Charges.com.br, que iniciou por diversão. Quando o site começou a dar lucro, abandonou um emprego em um diário de Uberlândia. Hoje, além de desenhar (com uma prancheta digital) e animar, ele dubla (geralmente fazendo todas as vozes) e toca a música de fundo das charges apresentadas no site. Atualmente ele também faz charges para a rede globo para programas como Big Brother Brasil e o Mais Você.


Depois de quatro anos criando charges para o “Big Brother”, Maurício Ricardo teve uma emoção especial na sétima edição. De casa, ele ouviu a platéia aplaudindo e viu um Pedro Bial entusiasmado após mais um capítulo da paródia “Paraíso surreal”, animação criada por ele.
— A reação espontânea da platéia, a aprovação popular, é a melhor resposta que eu poderia ter — diz o artista.
Fanático pelo programa — ele tem até pay per view em casa —, Maurício não perde um lance para ter inspiração. É ele quem cria o roteiro e o desenho, além de imitar as vozes.
Um árduo trabalho de pesquisa e suor que pode durar até 22 horas para ficar pronto
— Não falta material engraçado para ser aproveitado. O programa é um grande laboratório de emoções humanas. Analy, por exemplo, era uma delícia de desenhar. Ela sempre estava com aquela postura de quem acabou de sair de um curso de etiqueta — diverte-se Maurício.
Analy - BBB7
O sucesso no “BBB” é resultado de mais de duas décadas de trabalho. Maurício começou a desenhar aos 17 anos, já foi repórter e editor de jornal. Em 2000, criou seu site (www.charges.com.br), que virou uma febre. Toda essa trajetória, incluindo outros trabalhos na Globo, foi seguida sem sair da cidade de Uberlândia, em Minas Gerais.




   BBB11 - Ariadne, Diogo e Michelle